New England Revolution
Chicago FireAutor: Santiago Antunes — Especialista em J1 League, MLS e ligas europeias
A partida entre New England Revolution e Chicago Fire, válida pela Major League Soccer, tem um ingrediente extra de tensão: o técnico Marco Mitrović não poderá comandar sua equipe à beira do campo. O treinador foi punido e assistirá ao duelo das arquibancadas, justamente em um confronto direto pela terceira posição da Conferência Leste. O Chicago, que está apenas um ponto atrás, vê na ausência do comandante adversário uma oportunidade para se aproximar, mas chega com seus próprios problemas: expulsões nas últimas duas rodadas.
O New England deixou para trás uma sequência negativa de duas derrotas pesadas ao vencer o Cincinnati fora de casa por 3 a 2. A equipe sofreu um gol logo aos 13 minutos, em uma jogada originada de um lateral, mas não se abalou. Reorganizou-se taticamente e, ainda no primeiro tempo, já estava à frente do placar. As bolas longas para os lados do campo e os avanços em lances de bola parada foram as armas mais eficazes dos visitantes.
O problema é que, depois do terceiro gol, o time perdeu o controle da partida. O Cincinnati diminuiu a diferença e ainda criou chances claras de empate. Esse tipo de queda de rendimento pode custar caro diante do Chicago, que tem velocidade para levar a bola à área adversária pelos lados do campo.
O Chicago saiu derrotado da visita à Filadélfia por 3 a 1, mesmo tendo aberto o placar perto do intervalo. Tudo mudou com uma expulsão nos acréscimos da primeira etapa. Na volta para o segundo tempo, o Philadelphia passou a explorar os lados com superioridade numérica e marcou três vezes em 18 minutos.
Vale lembrar que, dias antes, os Fire conseguiram um feito raro: jogaram com um a menos e venceram o New York City por 2 a 1. A equipe mostrou que mantém postura ofensiva mesmo em desvantagem numérica, mas a recorrência de cartões vermelhos impede que o time controle o ritmo das partidas. Em Foxborough, o cuidado com faltas desnecessárias em tentativas de frear contra-ataques será essencial.
O nome da rodada para o New England foi Turgeman. O israelense marcou seus dois primeiros gols na MLS e chegou a nove na temporada. Ambos os gols nasceram de passes de Miller, que pela primeira vez na carreira terminou um jogo com duas assistências.
O maestro das ações ofensivas segue sendo Gil. O espanhol já soma dez passes para gol na temporada e, diante do Cincinnati, criou três oportunidades claras. É ele quem dita o ritmo das jogadas pelo meio. O problema é que o elenco sente os desfalques de Campana, Fofana, Harrison e Yusuf, todos lesionados. A margem para rodagem é pequena, e a carga sobre os titulares tende a aumentar.
Pelo lado do Chicago, o nome mais quente é Haile-Selassie. O suíço balançou as redes pela terceira rodada consecutiva e já tem 11 gols no campeonato. Contra a Filadélfia, ele apareceu bem para concluir uma jogada construída pelo lado esquerdo.
Zinckernagel segue como o principal articulador, com passes decisivos e boa condução de bola. O problema está na defesa: com a suspensão de Elliott, expulso na rodada passada, a zaga precisará ser reestruturada. Hanche-Olsen deve entrar na vaga e precisará se entender rapidamente com Mbokazi. Lesões de Franku, Lod e Mekvabishvili limitam ainda mais as opções no meio-campo.
New England Revolution (4-3-3): Turner — Sands, Winder, Koller, Feingold — Yuell, Raines, Gil — Gazdag, Turgeman, Miller
Desfalques: Campana, Fofana, Harrison, Yusuf (todos lesionados)
Técnico: Marco Mitrović
Chicago Fire (4-4-2): Brady — Dean, Hanche-Olsen, Mbokazi, Allen — Zinckernagel, Saletros, Pineda, Bamba — Levandowski, Haile-Selassie
Desfalques: Franku, Lod, Mekvabishvili, Rogers (todos lesionados); Elliott (suspenso)
Técnico: Gregg Berhalter
A campanha caseira do New England sustenta a confiança em uma vitória. Foram nove triunfos em 14 partidas em seus domínios, com dois empates e três derrotas. O Chicago, como visitante, venceu cinco, empatou cinco e perdeu quatro. Nos confrontos diretos, o New England leva vantagem psicológica: em 14 jogos, perdeu apenas uma vez. Em setembro, inclusive, venceu o adversário fora de casa por 2 a 1.
A aposta principal fica com a vitória do New England, cotada em 2.32. A probabilidade implícita de 50% justifica o investimento, já que qualquer odd acima de 2.00 oferece valor.
Para o mercado de gols, a defesa do Chicago é um ponto frágil fora de casa: sofreu 24 gols em 14 jogos, e em metade dessas partidas levou ao menos dois. O New England, por outro lado, marca com regularidade em casa — 26 gols em 14 partidas. O destaque é que 16 desses gols saíram no segundo tempo. Contra uma zaga remodelada, essa capacidade de crescer ao longo do jogo pode ser decisiva.
Nesse cenário, a recomendação é o individual total do New England acima de 1.5 gols, com odd de 1.80. A chance estimada de 65% está acima do ponto de equilíbrio de 1.54.
O prognóstico da redação tem caráter meramente informativo e não deve ser entendido como uma recomendação concreta. Cada utilizador deve fazer a sua própria análise antes de decidir uma aposta.
New England Revolution4-3-3
Chicago Fire4-4-2O New England Revolution vive sua melhor temporada após dois anos difíceis e, com uma vitória hoje, garante vaga nos playoffs. O ataque funciona bem: Gil dita o ritmo, Tugerman soma três gols e três assistências nos últimos quatro jogos, e o jovem Miller faz seu melhor ano como profissional. O problema está na defesa — a lesão do zagueiro Fofana expôs o setor, que sofreu cinco gols nas duas partidas sem ele.
Do outro lado, o Chicago Fire tem um dos ataques mais perigosos da MLS, com a quarta melhor marca em chances criadas. Haile-Selassie vive grande fase e balançou as redes nas últimas três partidas, Lewandowski está há cinco jogos sem marcar, mas conta com o apoio de Zinkernagel e Bamba, jogadores experientes. A defesa, porém, preocupa: fora de casa a equipe sofre gols com frequência, e o zagueiro titular Elliott está fora. Quem entra é Hanche-Olsen, sem ritmo e que falhou na última rodada. Com tantas armas ofensivas e defesas vulneráveis dos dois lados, minha leitura indica que o jogo terá pelo menos três gols.
O New England Revolution vive sua melhor temporada após dois anos difíceis e, com uma vitória hoje, garante vaga nos playoffs. O ataque funciona bem: Gil dita o ritmo, Tugerman soma três gols e três assistências nos últimos quatro jogos, e o jovem Miller faz seu melhor ano como profissional. O problema está na defesa — a lesão do zagueiro Fofana expôs o setor, que sofreu cinco gols nas duas partidas sem ele.
Do outro lado, o Chicago Fire tem um dos ataques mais perigosos da MLS, com a quarta melhor marca em chances criadas. Haile-Selassie vive grande fase e balançou as redes nas últimas três partidas, Lewandowski está há cinco jogos sem marcar, mas conta com o apoio de Zinkernagel e Bamba, jogadores experientes. A defesa, porém, preocupa: fora de casa a equipe sofre gols com frequência, e o zagueiro titular Elliott está fora. Quem entra é Hanche-Olsen, sem ritmo e que falhou na última rodada. Com tantas armas ofensivas e defesas vulneráveis dos dois lados, minha leitura indica que o jogo terá pelo menos três gols.
A partida será em 18 de outubro de 2026, às 00:30, em Foxborough, pela Major League Soccer.
A aposta principal é a vitória do New England, com odd de 2.32. Há também a recomendação do total de gols do New England acima de 1.5, com odd de 1.80.
Marco Mitrović foi punido e assistirá ao duelo das arquibancadas, em um confronto direto pela terceira posição da Conferência Leste.
No New England, estão lesionados Campana, Fofana, Harrison e Yusuf. No Chicago, Elliott está suspenso, e Franku, Lod, Mekvabishvili e Rogers estão lesionados.
Pelo New England, Turgeman fez dois gols na última rodada e Gil é o maestro com dez assistências na temporada. Pelo Chicago, Haile-Selassie marcou na terceira rodada seguida e Zinckernagel é o principal articulador.