França
BélgicaAutor: Dinis Branco — Especialista em futebol sul-americano
A França, comandada por Zidane, pode ampliar a vantagem sobre o segundo colocado, enquanto a Bélgica busca assumir a liderança do grupo – após três rodadas, apenas um ponto separa as equipes. O histórico recente, no entanto, favorece os franceses: seis vitórias consecutivas em confrontos diretos, incluindo o 1 a 0 em Bruxelas. Será que os visitantes conseguem quebrar esse tabu sem De Bruyne e Tielemans, ambos suspensos?
Sob o comando de Zidane, a França prioriza o controle da posse de bola e a pressão constante. Nos três primeiros jogos, o time teve mais de 60% de posse, mas nem sempre transformou esse domínio em chances claras. A única vantagem significativa nos gols esperados (xG) foi justamente contra a Bélgica (1,22 a 0,69). Contra Turquia (1 a 0) e Itália (1 a 1), os adversários criaram ameaças semelhantes. Por isso, os lances mais perigosos dos franceses não vêm de longas trocas de passes, mas sim de recuperações rápidas e transições aceleradas – como no gol contra a Turquia e na jogada individual de Olise em Bruxelas. No ciclo atual, a França é mais letal quando explora espaços vazios do que quando tenta furar defesas organizadas de forma metódica.
Em casa, os comandados de Zidane devem manter a linha alta, buscar a recuperação imediata após perder a bola e acelerar os contra-ataques. Pela direita, Olise pode receber mais oportunidades para duelos individuais e cortes para o centro, onde é perigoso tanto no passe quanto no chute. Mbappé segue fora, mas os franceses já atuaram duas vezes sem o capitão, então não precisam reformular o ataque. A baixa mais recente é a suspensão de Upamecano, somada à ausência de Konaté. As opções para a zaga se resumem a Jacquet, Lacroix, Yoro e Calulu. A dupla mais provável é Jacquet e Lacroix, ambos já titulares no primeiro confronto. Trata-se mais de uma redução de profundidade e experiência do que de uma linha defensiva totalmente nova.
A Bélgica venceu duas das três partidas e sofreu apenas um gol, mas defensivamente o desempenho é menos sólido do que os números indicam: os adversários acumularam 4,3 xG contra os belgas. O jogo contra a Turquia (3 a 0) foi emblemático: o goleiro Lammens precisou fazer oito defesas. Ofensivamente, os belgas são mais perigosos quando têm espaço para contra-atacar. O melhor exemplo foi a vitória sobre a Itália (2 a 0), quando os anfitriões se abriram no segundo tempo e deixaram zonas livres. Contra a França (0 a 1), essas oportunidades foram raras: os franceses mantiveram a posse, dificultaram a saída de bola com pressão e permitiram apenas dois chutes no alvo.
Em Saint-Denis, a Bélgica deve tentar novamente a saída rápida após recuperar a bola, mas o plano precisará ser ajustado sem De Bruyne e Tielemans, ambos titulares nos três primeiros jogos e fundamentais para superar a pressão no meio-campo. Sem eles, pode ser mais difícil progredir com passes curtos sob a marcação francesa. Uma alternativa é buscar De Ketelaere ou Lukaku com lançamentos longos, contando com a sobra e a infiltração dos pontas. De Ketelaere oferece mais mobilidade entre as linhas; Lukaku, força física para segurar a bola e dar tempo aos companheiros. Lavia pode assumir parte da construção, já que sabe receber sob pressão e manter a ligação entre defesa e ataque.
França (4-3-3): Maignan – Koundé, Jacquet, Lacroix, Truffert – Cherki, Camavinga, Rabiot – Olise, Dembélé, Barcola.
Desfalques: Mbappé, Konaté, Zaïre-Emery, Saliba, T. Hernández (lesionados); Upamecano (suspenso); Thuram, Tchouaméni, Kanté (fora da convocação).
Técnico: Zinédine Zidane.
Bélgica (4-3-3): Lammens – Castagne, Ngoy, Mechele, De Keuyper – Raskin, Lavia, Vanaken – Moreira, De Ketelaere, Godts.
Desfalques: De Bruyne, Tielemans (suspensos); Courtois, Doku, Onana (fora da convocação).
Técnico: Mark van Bommel.
Nicolas Walsh (Escócia) apitará a partida. O britânico costuma ser rigoroso com seleções: em 8 dos últimos 11 jogos de seleções que comandou, aplicou ao menos quatro cartões amarelos. Além disso, Walsh estabelece um limite baixo para o contato físico, registrando uma média de 29 faltas por partida nesse período.
Aposta principal: Vitória da França com handicap (-1,5) – odds 2,35.
Em Bruxelas, mesmo com nove mudanças no time titular, a França dominou o campo ofensivo e venceu por 1 a 0. Agora, a Bélgica terá que sair da pressão francesa sem De Bruyne e Tielemans, o que aumenta o risco de perdas de bola e obriga os visitantes a se defenderem mais perto da própria área. Os belgas já concedem muitas chances aos adversários, e o único gol sofrido em três jogos se deve em grande parte às defesas de Lammens. A série de seis vitórias oficiais consecutivas da França no confronto reforça o cenário. Em casa, os comandados de Zidane podem recuperar a bola em zonas perigosas com ainda mais frequência, elevando a pressão sobre a defesa belga e as chances de vencer por dois ou mais gols de diferença.
Aposta alternativa: Ambas as equipes marcam? Não – odds 2,27.
No primeiro jogo, a França limitou a Bélgica a 0,69 xG e apenas dois chutes no alvo, mesmo com De Bruyne e Tielemans em campo. Agora, sem os dois principais meio-campistas, os visitantes devem ter ainda mais dificuldade para furar a pressão e levar a bola às áreas de ataque com regularidade. Com Zidane, os franceses controlam a posse e podem sufocar as tentativas de reação do adversário. Se repetirem esse roteiro, a Bélgica dificilmente criará ameaças reais ao gol de Maignan.
O prognóstico da redação tem caráter meramente informativo e não deve ser entendido como uma recomendação concreta. Cada utilizador deve fazer a sua própria análise antes de decidir uma aposta.
França4-3-3
Bélgica4-3-3No duelo entre França e Bélgica pela Liga das Nações, minha aposta está na dupla hipótese 12: vitória de qualquer um dos lados, sem empate. O confronto tende a ter um desfecho definido no tempo normal, e ainda espero que a partida tenha um pênalti ou uma expulsão entre os lances decisivos.
A França tem um padrão claro de atuar com mais intensidade nos segundos tempos, e esse histórico se repete. Por isso, minha aposta é no mercado de mais de 1,5 gols na segunda parte contra a Bélgica — uma escolha que reflete essa tendência consistente.
A aposta no mercado de menos de 3 gols se sustenta pelo impacto defensivo que a Bélgica tem imposto sob o comando de Senne Lammens. Nas partidas da Liga das Nações, todos os adversários enfrentados pelos belgas sentiram na prática a solidez que ele trouxe ao sistema, o que torna natural esperar um jogo com poucos gols contra a França.
Vou de menos de 3,5 gols nesse França x Bélgica pela Liga das Nações. Não estou convencido com o desempenho das duas seleções recentemente, e isso me faz acreditar que o jogo não vai ter muitos gols. O mercado de escanteios também poderia ser uma alternativa, mas prefiro segurar essa linha de gols.
Minha leitura é que o confronto tende a ser mais truncado, com as equipes se estudando bastante. Mesmo com nomes ofensivos de lado a lado, acredito que o placar final fique dentro desse limite, e o valor do coeficiente de 1.68 justifica a aposta.
A Bélgica vive um momento positivo, e a sua capacidade ofensiva é mais do que suficiente para incomodar a defesa francesa. Por isso, estou confiante de que os belgas vão marcar pelo menos dois golos, tornando a aposta em mais de 1,5 golos da equipa visitante, a 2.94, uma escolha bem fundamentada.
No duelo entre França e Bélgica pela Liga das Nações, minha aposta está na dupla hipótese 12: vitória de qualquer um dos lados, sem empate. O confronto tende a ter um desfecho definido no tempo normal, e ainda espero que a partida tenha um pênalti ou uma expulsão entre os lances decisivos.
A França tem um padrão claro de atuar com mais intensidade nos segundos tempos, e esse histórico se repete. Por isso, minha aposta é no mercado de mais de 1,5 gols na segunda parte contra a Bélgica — uma escolha que reflete essa tendência consistente.
A Bélgica vive um momento positivo, e a sua capacidade ofensiva é mais do que suficiente para incomodar a defesa francesa. Por isso, estou confiante de que os belgas vão marcar pelo menos dois golos, tornando a aposta em mais de 1,5 golos da equipa visitante, a 2.94, uma escolha bem fundamentada.
A aposta no mercado de menos de 3 gols se sustenta pelo impacto defensivo que a Bélgica tem imposto sob o comando de Senne Lammens. Nas partidas da Liga das Nações, todos os adversários enfrentados pelos belgas sentiram na prática a solidez que ele trouxe ao sistema, o que torna natural esperar um jogo com poucos gols contra a França.
Vou de menos de 3,5 gols nesse França x Bélgica pela Liga das Nações. Não estou convencido com o desempenho das duas seleções recentemente, e isso me faz acreditar que o jogo não vai ter muitos gols. O mercado de escanteios também poderia ser uma alternativa, mas prefiro segurar essa linha de gols.
Minha leitura é que o confronto tende a ser mais truncado, com as equipes se estudando bastante. Mesmo com nomes ofensivos de lado a lado, acredito que o placar final fique dentro desse limite, e o valor do coeficiente de 1.68 justifica a aposta.
O jogo será em 05.10.2026 às 19:45, em Saint-Denis (França), pela Liga das Nações da UEFA.
A França é considerada favorita, pois venceu os últimos seis confrontos diretos, joga em casa e enfrenta uma Bélgica desfalcada.
A França não conta com Mbappé, Konaté, Zaïre-Emery, Saliba e T. Hernández (lesionados), além de Upamecano (suspenso). Pela Bélgica, De Bruyne e Tielemans estão suspensos, e Courtois, Doku e Onana ficaram fora da convocação.
A aposta principal é a vitória da França com handicap (-1,5), com odds de 2,35. Como alternativa, sugere-se que ambas as equipes não marquem, com odds de 2,27.
A França venceu seis jogos oficiais consecutivos contra a Bélgica, incluindo um 1 a 0 em Bruxelas. Na atual fase, a França lidera o grupo, com a Bélgica a um ponto de distância. A Bélgica, apesar de ter sofrido apenas um gol, concede muitas chances, contando com o goleiro Lammens para se salvar.