Ferencváros
Real MadridAutor: Tomás Nogueira — Especialista em futebol e torneios sul-americanos e africanos
Em 2014, José Mourinho esteve presente na inauguração do estádio do Ferencváros como técnico do Chelsea. Doze anos depois, o português retorna à Groupama Arena no comando do Real Madrid. Especialmente para receber o clube merengue, os húngaros adiaram uma partida do campeonato nacional. Será que os donos da casa conseguirão se impor diante de uma potência europeia?
No verão de 2026, o Ferencváros passou por mudanças significativas. O posto de treinador principal foi assumido por Balázs Borbély, de 46 anos. Na fase de qualificação da Liga Europa, a equipe passou com confiança por duas etapas, eliminando o sérvio Vojvodina (2–1, 3–0) e o holandês Twente (2–1, 2–2), além de iniciar bem a terceira fase com uma vitória sobre o polonês Górnik (1–0).
No entanto, no campeonato, após duas rodadas disputadas, o Ferencváros ainda não venceu. A razão para essa situação foram as mudanças no elenco durante o verão. Vários jogadores da defesa deixaram o clube: os zagueiros Gábor Szalai (32 jogos no campeonato húngaro na temporada 2025/26), Cebrails Makreckis (16 partidas) e Ibrahim Cissé (17 jogos), além do meio-campista Mohammad Abu Fani (2 gols + 6 assistências em 17 partidas). E não houve reposição à altura. O clube apostou em recursos internos, por isso agora no campeonato nacional os atacantes são reservas de ontem, enquanto na defesa jogam titulares cansados que deram tudo nas competições europeias.
Das contratações notáveis, apenas a chegada do zagueiro Natan Zohore e a compra do meio-campista Ádám Nagy, vindo da italiana Spezia. No entanto, este último só se juntou ao clube em 31 de julho. Ainda assim, ambos devem estar presentes no próximo jogo. É provável que Borbély poupe os titulares para o jogo de volta contra o Górnik e faça rodízio no elenco. Vale notar que Naby Keïta ainda não se recuperou de lesão e desfalcará a equipe.
O Real Madrid ficou sem títulos na temporada 2025/26 – o segundo ano consecutivo sem troféus. Para o cargo de treinador, foi contratado José Mourinho, que já comandou os merengues entre 2010 e 2013. O retorno do português visa restabelecer a disciplina no vestiário e resgatar o espírito vencedor. Sob seu comando, o Real goleou o Leganés (4–1) e depois empatou com a Fiorentina (2–2). O estilo do Mourinho tardio se fez notar imediatamente. A equipe se apoia no pragmatismo, atua mais na defesa para dificultar a posse do adversário, mas também sai rápido para o ataque nas transições.
No verão de 2026, os madrilenos agitaram o mercado. O Real reforçou a defesa com as contratações de Ibrahima Konaté (Liverpool), Marc Cucurella (Chelsea) e Denzel Dumfries (Inter). Todos esses novos jogadores devem garantir solidez à linha defensiva, algo importante para Mourinho, além de suprir as saídas de David Alaba (11 jogos na temporada 2025/26) e Dani Carvajal (17 partidas). Para o meio-campo, trouxeram Bernardo Silva, do Manchester City, para dar equilíbrio. O já poderoso ataque foi reforçado com a contratação mais cara da história do clube – Yan Diomandé, do RB Leipzig – e o retorno de Endrick, que estava emprestado ao Lyon e registrou 5 gols e 7 assistências em 16 partidas. É provável que vejamos esse jovem brasileiro em campo contra o Ferencváros: ele já marcou um gol contra a Fiorentina. Quem com certeza não estará é Franco Mastantuono, que foi para a Fiorentina.
No entanto, o elenco do Real está longe do ideal. José Mourinho ainda não conta com Mbappé, Cucurella, Bellingham, Tchouaméni e Konaté, que estão de férias após a Copa do Mundo de 2026. Militão, Asensio, Mendy e Rodrygo se recuperam de lesões, enquanto Dean Huijsen faz trabalho individual. Entre os grandes nomes, podem entrar em campo Trent Alexander-Arnold, Dumfries, Güler, Valverde e Camavinga. Também é grande a chance de ver Brahim Díaz e até Vinícius Júnior, que treina forte com o grupo.
Ferencváros (4-2-3-1): Dibusz – Osváth, Ramakers, Zohore, Cady – Rommens, Nagy – Cevikkol, Youssouf, Lisztes – Bagi Desfalques: Keïta, Eötvös (ambos lesionados) Técnico: Balázs Borbély
Real Madrid (4-2-3-1): Lunin – Alexander-Arnold, Martínez, Rüdiger, Carreras – Valverde, Camavinga – Dumfries, Güler, Sylla – Endrick Desfalques: Rodrygo, Asensio, Militão, Mendy, Huijsen (todos lesionados); Mbappé, Tchouaméni, Cucurella, Konaté, Bellingham (todos de férias) Técnico: José Mourinho
Aposta principal: O técnico do Ferencváros afirmou que pretende usar a partida como preparação para as competições europeias. No entanto, é improvável que num jogo amigável ele ignore o rodízio. Provavelmente, a rotação não atingirá a linha defensiva, e entrarão em campo jogadores que lutaram contra o Górnik dois dias antes. Nesse ritmo, os defensores estão na quarta semana consecutiva de desgaste, o que favorece os jogadores do Real Madrid.
No ataque, podemos ver rotação, o que pode reduzir o potencial ofensivo. Os reservas não marcaram na última rodada do campeonato húngaro contra um adversário muito menos expressivo. Na linha de defesa do Real, ao contrário, podem aparecer titulares, como Antonio Rüdiger, o que diminui a probabilidade de falhas como as que ocorreram contra a Fiorentina. A provável presença de Brahim Díaz e Vinícius Júnior, além das substituições dos defensores titulares húngaros no segundo tempo, reduzirão ainda mais as chances dos donos da casa. Assim, a aposta é na vitória do Real Madrid com handicap –1.5 (odds 1.88).
Aposta no total: O Real começou a pré-temporada com força, marcando seis gols em dois jogos, mas sofrendo três. O Ferencváros, no início da nova temporada, tem média de 1,71 gols por partida em jogos oficiais. A defesa cansada dos húngaros, sob pressão dos espanhóis, pode começar a falhar, mas os merengues também estão longe da forma ideal. Por isso, espera-se um jogo movimentado e a aposta é em total de gols acima de 3,5 (odds 1.90).
O prognóstico da redação tem caráter meramente informativo e não deve ser entendido como uma recomendação concreta. Cada utilizador deve fazer a sua própria análise antes de decidir uma aposta.
Ferencváros4-2-3-1
Real Madrid4-2-3-1Esta partida tem todos os ingredientes para um placar movimentado. As duas equipes priorizam o ataque, mas deixam espaços enormes na defesa, o que historicamente resulta em trocação franca de gols. O histórico recente dos confrontos diretos reforça esse padrão, com médias altíssimas de bolas na rede.
Não vejo motivo para acreditar que o roteiro será diferente agora. A tendência ofensiva dos times, somada à fragilidade defensiva de ambos, torna a aposta no "mais de 2.5 gols" a escolha mais lógica e objetiva para este confronto.
Em amistosos, o Real Madrid não dá prioridade à defesa. Fora de casa, essa característica se intensifica — e não vejo motivo para que mude agora.
Este jogo tem um dono claro. O Real Madrid entra em campo sabendo que não há margem para tropeços, e a importância do confronto na briga pelo topo da tabela fala mais alto do que qualquer discurso. A pressão pelo resultado, aliada ao momento do elenco, coloca os merengues num patamar muito acima do adversário. A motivação aqui é medida por pontos, e isso pesa demais.
Analiso o contexto: o adversário até pode tentar se fechar, mas a intensidade e a qualidade individual do Real devem resolver a partida sem grandes sustos. A leitura é simples — o time chega com fome de vitória e com os três pontos tratados como obrigação. Minha aposta é na vitória tranquila: o Real vai lá e resolve.
Real Madrid vai destruir o adversário. Minha convicção é absoluta. O time está em grande fase e o rival não tem defesa sólida. Será uma vitória tranquila e com muitos gols.
A linha de gols está alta, mas o histórico recente dos dois times sugere que o jogo não vai ficar no zero. A defesa visitante vive um momento frágil fora de casa, enquanto o ataque da casa tem média de mais de dois gols por partida no torneio. O mercado de mais de 2.5 gols está com odds que compensam o risco, especialmente considerando que os dois últimos confrontos diretos terminaram com placares abertos. A tendência é de um jogo movimentado desde o primeiro tempo.
No cenário da partida, o gol do Ferencváros surgiu em um momento de transição rápida, explorando a desorganização defensiva adversária. A jogada começou com uma recuperação de bola no meio-campo, seguida por um passe vertical que quebrou a linha de marcação. O atacante finalizou com precisão no canto direito do goleiro, que nada pôde fazer. Esse lance reflete a eficiência ofensiva do time húngaro, que soube capitalizar em um erro de posicionamento da defesa rival. Para quem acompanha as odds, esse gol representa uma virada no fluxo da partida, aumentando a pressão sobre o adversário e alterando as expectativas de mercado para os minutos finais.
Esta partida tem todos os ingredientes para um placar movimentado. As duas equipes priorizam o ataque, mas deixam espaços enormes na defesa, o que historicamente resulta em trocação franca de gols. O histórico recente dos confrontos diretos reforça esse padrão, com médias altíssimas de bolas na rede.
Não vejo motivo para acreditar que o roteiro será diferente agora. A tendência ofensiva dos times, somada à fragilidade defensiva de ambos, torna a aposta no "mais de 2.5 gols" a escolha mais lógica e objetiva para este confronto.
Este jogo tem um dono claro. O Real Madrid entra em campo sabendo que não há margem para tropeços, e a importância do confronto na briga pelo topo da tabela fala mais alto do que qualquer discurso. A pressão pelo resultado, aliada ao momento do elenco, coloca os merengues num patamar muito acima do adversário. A motivação aqui é medida por pontos, e isso pesa demais.
Analiso o contexto: o adversário até pode tentar se fechar, mas a intensidade e a qualidade individual do Real devem resolver a partida sem grandes sustos. A leitura é simples — o time chega com fome de vitória e com os três pontos tratados como obrigação. Minha aposta é na vitória tranquila: o Real vai lá e resolve.
A linha de gols está alta, mas o histórico recente dos dois times sugere que o jogo não vai ficar no zero. A defesa visitante vive um momento frágil fora de casa, enquanto o ataque da casa tem média de mais de dois gols por partida no torneio. O mercado de mais de 2.5 gols está com odds que compensam o risco, especialmente considerando que os dois últimos confrontos diretos terminaram com placares abertos. A tendência é de um jogo movimentado desde o primeiro tempo.
No cenário da partida, o gol do Ferencváros surgiu em um momento de transição rápida, explorando a desorganização defensiva adversária. A jogada começou com uma recuperação de bola no meio-campo, seguida por um passe vertical que quebrou a linha de marcação. O atacante finalizou com precisão no canto direito do goleiro, que nada pôde fazer. Esse lance reflete a eficiência ofensiva do time húngaro, que soube capitalizar em um erro de posicionamento da defesa rival. Para quem acompanha as odds, esse gol representa uma virada no fluxo da partida, aumentando a pressão sobre o adversário e alterando as expectativas de mercado para os minutos finais.
Real Madrid vai destruir o adversário. Minha convicção é absoluta. O time está em grande fase e o rival não tem defesa sólida. Será uma vitória tranquila e com muitos gols.
Em amistosos, o Real Madrid não dá prioridade à defesa. Fora de casa, essa característica se intensifica — e não vejo motivo para que mude agora.
O jogo amigável será no dia 8 de agosto de 2026, às 18h00, na Groupama Arena, em Budapeste.
A aposta principal é na vitória do Real Madrid com handicap –1,5, com odds de 1,88. Além disso, sugere-se total de gols acima de 3,5, com odds de 1,90.
No Ferencváros, estão lesionados Naby Keïta e Eötvös. No Real Madrid, não jogam por lesão Rodrygo, Asensio, Militão, Mendy e Dean Huijsen; e estão de férias após a Copa do Mundo Mbappé, Tchouaméni, Cucurella, Konaté e Bellingham.
O Real Madrid, sob o comando de José Mourinho, goleou o Leganés por 4–1 e empatou com a Fiorentina por 2–2, mostrando força ofensiva mas ainda com ajustes defensivos.
O Ferencváros perdeu vários zagueiros na janela de verão e não fez reposições à altura. Além disso, os titulares da defesa estão cansados por jogarem seguidamente na Liga Europa, o que favorece o ataque do Real Madrid.