Everton
ChelseaAutor: Duarte Oliveira — Especialista em futebol focado em torneios da América e Austrália
Na abertura da rodada, Everton e Chelsea chegam como vizinhos na tabela: ambos somam 10 pontos, mas percorreram caminhos bem distintos até essa marca. O time de Moyes segue invicto e muito seguro atuando em seus domínios, enquanto os londrinos apostam tudo no poder de fogo e deixam a defesa em segundo plano. Na primavera, os "toffees" já aplicaram um 3 a 0 no adversário no Hill Dickinson, e agora os "blues" precisam evitar que o roteiro se repita.
O Everton caminha com tranquilidade na Premier League: duas vitórias, quatro empates e apenas cinco gols sofridos. Em Hull, os "toffees" estiveram perto da terceira vitória — 65% de posse, 15 finalizações e 1,68 de xG —, mas desperdiçaram seis chances claras e ainda cometeram dois erros graves na saída de bola, o que custou o resultado: 2 a 2. Quase metade do perigo criado veio de bolas paradas, um trunfo e tanto contra um Chelsea que, mesmo vencendo o Bournemouth, sofreu gol de escanteio. No Hill Dickinson, a equipe de Moyes é outra: sete pontos em nove disputados, saldo de 5 a 2 e duas partidas sem sofrer gol.
O treinador deve manter o 4-2-3-1 e o bloco médio compacto. Após os roubos de bola, a ideia é acelerar a transição e acionar Grealish e Johnson nas costas da defesa do Chelsea. Duesbury-Hall aparece de trás para dar suporte ao ataque, e Barry segue como referência, com seis gols na temporada. A dúvida principal é a condição física de Mykolenko. Se o ucraniano não jogar, Branthwaite ocupa a lateral esquerda e Keane forma dupla com Tarkowski no miolo. O lado positivo fica por conta dos retornos de Nörgaard e Röhl, que ampliam as opções no meio-campo e na rotação.
O Chelsea respondeu à goleada sofrida para o Brentford (0 a 3) com um 5 a 1 sobre o Bournemouth, mas o placar ficou bem mais elástico do que o desempenho em campo. Os londrinos tiveram menos produção ofensiva que o rival (1,10 de xG contra 1,38) e converteram chances cujo valor somado era de apenas 0,75 de xG. A eficiência acima da média virou tendência: 15 gols em seis rodadas, com 8,4 de xG — o maior "excesso" da liga. O problema é que essa pontaria não dura para sempre, e a defesa segue vulnerável: 13 gols sofridos no mesmo período.
Alonso acostumou o time a começar ligado: em cinco das seis rodadas, o Chelsea balançou a rede até os sete minutos. Desde o apito inicial, Palmer e Rogers tentarão furar o bloqueio do Everton entre as linhas, com Neto se encarregando de esticar o jogo pelo lado direito. A volta de Caicedo deu mais consistência ao meio, mas James, com problemas recorrentes no joelho, pode ficar de fora de novo. Gittens está lesionado no tornozelo, e Emegha, que voltou a treinar, segue como dúvida.
Everton (4-2-3-1): Pickford; Maitland-Niles, Tarkowski, Keane, Branthwaite; Garner, Armstrong; Johnson, Duesbury-Hall, Grealish; Barry
Desfalques: Mykolenko (dúvida)
Técnico: David Moyes
Chelsea (3-4-2-1): Martínez; Achimpong, Lacroix, Colwill; Neto, Henderson, Caicedo, Chavarría; Palmer, Rogers; João Pedro
Desfalques: Gittens (lesionado), James e Emegha (dúvidas)
Técnico: Xabi Alonso
Tierney é visto como um árbitro bastante tolerante no contexto da Premier League. Na temporada passada, ele assinalou, em média, 3,33 cartões amarelos e 20,17 faltas por jogo. Medidas mais severas são raras: apenas duas expulsões e um pênalti em 12 partidas. Neste campeonato, ele já apitou três rodadas, distribuindo 1, 3 e 5 cartões amarelos, respectivamente.
A análise parte de uma premissa: os números do Chelsea pós-Bournemouth estão inflados. A equipe aproveitou quase tudo o que criou — inclusive superando o esperado em xG em uma partida em que o adversário foi superior — e ainda acumula derrotas recentes fora de casa para Arsenal (1 a 2) e Brentford (0 a 3). O Everton, por outro lado, é um osso duro em casa: sete de nove pontos conquistados, incluindo o empate em 2 a 2 com o Manchester United.
O estilo do Chelsea, aliás, cai como uma luva para os donos da casa. A equipe de Moyes sabe ceder a posse sem abrir mão da organização, e a linha alta dos londrinos deve deixar muito espaço nas costas para Grealish e Johnson. Some-se a isso um retrospecto desfavorável: o Chelsea venceu apenas uma das últimas nove visitas ao Everton e, em março, amargou um 3 a 0. O caminho mais lógico passa pela dupla chance Everton (1,73), mas os mais ousados podem mirar a vitória dos donos da casa, cotada a 3,15.
Para os totais, a tendência também favorece o Everton. O Chelsea sofre ao menos dois gols em cinco de seis rodadas e não tem um único jogo tranquilo fora de casa: 3 a 2 no Fulham, 1 a 2 no Arsenal e 0 a 3 no Brentford. O Everton, pragmático, marcou duas vezes dentro de seus domínios contra Crystal Palace e Manchester United, e também duas vezes fora, em Hull. A fragilidade crônica dos "blues" em bolas paradas e contra-ataques é o cenário ideal para os anfitriões. A seleção é Everton total de gols acima de 1,5, a 2,40.
O prognóstico da redação tem caráter meramente informativo e não deve ser entendido como uma recomendação concreta. Cada utilizador deve fazer a sua própria análise antes de decidir uma aposta.
Everton4-2-3-1
Chelsea3-4-2-1O confronto entre Everton e Chelsea pela Premier League promete movimentação no placar. Minha aposta é no mercado de mais de 3,5 gols, com cotação de 2.62 — um valor que considero justo para o que espero do jogo.
A defesa do Everton tem sido um grande problema, e essa fragilidade acaba se refletindo em muitas faltas duras durante as partidas. O time da casa se vê obrigado a parar os ataques adversários de forma ríspida, o que aumenta consideravelmente a chance de punições do árbitro.
Nesse cenário, a aposta em mais de 2,5 cartões amarelos para o Everton, com cotação de 2.93, aparece como uma boa oportunidade. A tendência é que os donos da casa repitam o padrão de jogo agressivo e atinjam essa linha de cartões diante do Chelsea.
No confronto em Goodison Park, o Chelsea não vai conseguir superar a defesa do Everton e deve sair de campo sem marcar. A equipe visitante terá dificuldades para furar o bloqueio adversário, e vejo grande chance de o placar não registrar gols do time londrino.
O confronto entre Everton e Chelsea pela Premier League promete movimentação no placar. Minha aposta é no mercado de mais de 3,5 gols, com cotação de 2.62 — um valor que considero justo para o que espero do jogo.
No confronto em Goodison Park, o Chelsea não vai conseguir superar a defesa do Everton e deve sair de campo sem marcar. A equipe visitante terá dificuldades para furar o bloqueio adversário, e vejo grande chance de o placar não registrar gols do time londrino.
A defesa do Everton tem sido um grande problema, e essa fragilidade acaba se refletindo em muitas faltas duras durante as partidas. O time da casa se vê obrigado a parar os ataques adversários de forma ríspida, o que aumenta consideravelmente a chance de punições do árbitro.
Nesse cenário, a aposta em mais de 2,5 cartões amarelos para o Everton, com cotação de 2.93, aparece como uma boa oportunidade. A tendência é que os donos da casa repitam o padrão de jogo agressivo e atinjam essa linha de cartões diante do Chelsea.
A partida será no domingo, 17 de outubro de 2026, às 12:30, no Hill Dickinson (casa do Everton), pela Premier League.
A análise recomenda a dupla chance Everton (1.73) como opção mais segura, ou a vitória do Everton (3.15) para quem busca maior retorno. Também é sugerido Everton total de gols acima de 1,5 (2.40).
O Everton está invicto, com duas vitórias e quatro empates, sofrendo apenas cinco gols. O Chelsea tem 15 gols marcados, mas 13 sofridos, e sua eficiência ofensiva está acima da média.
No Everton, Mykolenko é dúvida. No Chelsea, Gittens está lesionado, enquanto James e Emegha são dúvidas.
O árbitro é Paul Tierney, conhecido por ser tolerante, com média de 3,33 cartões amarelos por jogo na temporada passada e raras expulsões.