Bélgica
TurquiaAutor: Dinis Branco — Especialista em futebol sul-americano
A Bélgica recebe a Turquia pela Liga das Nações, e o confronto escancara um problema gigantesco para os visitantes: sem o capitão Çalhanoğlu, a seleção turca perdeu os dois jogos iniciais da competição. Enquanto isso, os donos da casa, sob o comando de Mark van Bommel, buscam embalar após um início irregular, mas com sinais claros de evolução.
A equipe belga começou a campanha com uma vitória expressiva sobre a Itália, em Roma, por 2 a 0. Van Bommel viu sua ideia de jogo funcionar: a Bélgica não se limitou a se defender, pressionou a saída de bola italiana e construiu chances claras, terminando com 2,67 xG contra 1,47 do adversário. A defesa até sofreu, mas Lammens foi decisivo, e a eficiência nas finalizações fez a diferença.
Contra a França, porém, o cenário foi outro. Derrota por 1 a 0, com apenas 0,69 xG e dois chutes no alvo. A Bélgica segurou o empate até os 88 minutos, mas a derrota foi justa pela postura mais passiva. Com Van Bommel, a equipe ganhou intensidade: menos toques desnecessários, mais verticalidade e pressão imediata após a perda da bola. Foi assim que saíram os dois gols contra a Itália, em transições rápidas.
Diante da França, porém, apareceu um problema: quando o adversário fecha os espaços, falta alguém para decidir dentro da área. Contra a Turquia, a ordem é manter a velocidade, mas sem dar liberdade a Arda Güler para receber entre as linhas e atacar as costas dos laterais.
A Turquia teve atuações opostas nas duas rodadas. Contra a França, perdeu por 1 a 0, mas mostrou competitividade e não se desmontou sob pressão. Já diante da Itália, o que se viu foi um apagão: três gols sofridos no primeiro tempo e derrota por 4 a 1. O time até criou chances, com 1,45 xG e 15 finalizações, mas a defesa foi um desastre. A Itália marcou após rebotes e erros individuais, e a falta de disciplina tática ficou evidente.
Montella prega a posse de bola e a construção paciente com meias técnicos, mas contra a Itália o sistema ruiu. A Bélgica é perigosa justamente nas transições, então a Turquia não pode subir os laterais ao mesmo tempo nem entregar a bola no meio-campo. O papel de Arda Güler se torna ainda mais central, já que ele é a principal arma para conectar o meio ao ataque.
Bélgica (4-2-3-1): Lammens – Castagne, Ngoy, Mechele, Seys – Raskin, Tielemans – Lukébakio, De Bruyne, Godts – De Ketelaere
Desfalques: Moreira (suspenso), Onana, Doku, Courtois (fora da convocação), Trossard (dúvida)
Técnico: Mark van Bommel
Turquia (4-2-3-1): Çakır – Çelik, Demiral, Bardakcı, Elmalı – Yüksek, Özcan – Aydın, Güler, Uzun – Yılmaz
Desfalques: Kökçü, Çalhanoğlu, Yıldız, Müldür (fora da convocação), Topçu (dúvida)
Técnico: Vincenzo Montella
Rohit Saggi, da Noruega, apita a partida. O árbitro é conhecido por ser tolerante e ter um limite alto para faltas. Na temporada atual, são 18 jogos apitados, com média de 3,56 cartões amarelos e 26 faltas por partida. Em 13 desses 18 jogos, ele aplicou no máximo quatro advertências.
A Turquia perdeu quatro dos últimos cinco jogos, incluindo partidas das eliminatórias e da Liga das Nações, e ficou sem marcar em três deles. A derrota por 4 a 1 para a Itália escancarou o esgotamento do modelo de jogo de Montella, e a crise só aumenta com os desfalques de Çalhanoğlu, Yıldız e Kökçü. A dupla de meio-campo Yüksek e Özcan é, na prática, uma opção reserva, o que reduz drasticamente a capacidade de criação.
A Bélgica, por outro lado, vem sólida: venceu a Itália por dois gols de diferença e fez jogo duro contra a França. Com o fator casa e a fragilidade turca, a vitória belga com handicap de -1,5 gols, cotada a 2,18, parece uma aposta consistente.
No mercado de gols, a tendência também é de um jogo movimentado. A Bélgica tem armas para punir os erros de saída da Turquia, mas também não é uma equipe impermeável. Em três dos últimos seis jogos dos belgas, houve pelo menos quatro gols; a Turquia chegou a essa marca em dois dos últimos três. O total de mais de 3,5 gols, a 2,15, é uma alternativa viável.
O prognóstico da redação tem caráter meramente informativo e não deve ser entendido como uma recomendação concreta. Cada utilizador deve fazer a sua própria análise antes de decidir uma aposta.
Bélgica4-2-3-1
Turquia4-2-3-1O confronto entre Bélgica e Turquia, válido pela Liga das Nações da UEFA, tem tudo para ser movimentado. Aposto no mercado de mais de 1,5 gol, com odd de 1.08.
Bélgica e Turquia devem protagonizar um jogo truncado, com muitas faltas e cartões amarelos. A tendência é que o total de advertências fique acima de 3,5, tornando essa a aposta mais indicada.
O confronto entre Bélgica e Turquia, válido pela Liga das Nações da UEFA, tem tudo para ser movimentado. Aposto no mercado de mais de 1,5 gol, com odd de 1.08.
Bélgica e Turquia devem protagonizar um jogo truncado, com muitas faltas e cartões amarelos. A tendência é que o total de advertências fique acima de 3,5, tornando essa a aposta mais indicada.
A partida acontece em 02.10.2026, às 19:45, pela Liga das Nações da UEFA.
A Bélgica é a favorita, pois joga em casa e enfrenta uma Turquia desfalcada e em má fase, com quatro derrotas nos últimos cinco jogos.
A Bélgica vem de derrota por 1 a 0 para a França, mas venceu a Itália por 2 a 0 fora de casa. A Turquia perdeu para a França por 1 a 0 e foi goleada pela Itália por 4 a 1.
Pela Turquia, estão fora Çalhanoğlu, Yıldız, Kökçü e Müldür, além de Topçu como dúvida. Pela Bélgica, Moreira está suspenso, Doku e Courtois estão fora da convocação, e Trossard é dúvida.
A aposta recomendada é a vitória da Bélgica com handicap de -1,5 gols, cotada a 2,18. Outra alternativa viável é o total de mais de 3,5 gols, a 2,15.